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IMC completa 3.000 ablações por catéter


O IMC – Instituto de Moléstias Cardiovasculares, de Rio Preto, acaba de completar 3.000 ablações por catéter, número alcançado por pouquíssimas instituições médicas do Brasil e que faz do IMC um referência na área de Arritmia e Eletrofisiologia no país.
A experiência e o conhecimento adquiridos pelos cardiologistas do IMC Adalberto Menezes Lorga e Adalberto Menezes Lorga Filho fazem com que eles sejam convidados a ministrar cursos em todo o país e proferir palestras nos principais eventos científicos do Brasil e exterior.
Os dois cardiologistas alertam que iniciam-se agora as estações quentes – primavera e verão –, quando as pessoas sentem-se estimuladas a iniciar ou intensificar a prática de atividades esportivas para melhorar o preparo físico e a silhueta. Muitas esquecem, no entanto, de procurar antes um cardiologista que irá avaliar se estão em condições de praticar exercícios e, caso estejam, quais são os mais indicados.
Um dos principais riscos é a morte súbita, cuja principal causa é a arritmia cardíaca.
Um dos procedimentos mais utilizados para tratar da arritmia cardíaca é a ablação por catéter por radiofreqüência, técnica para tratamento da fibrilação atrial permanente em que se faz a cauterização dos focos das arritmias, destruindo-os. A ablação por catéter com radiofrequência (um tipo de energia parecido com o bisturi elétrico por meio de catéter) é usada para tratar problema de arritmia cardíaca. Estudos eletrofisiológicos, há mais de 40 anos, e ablação, há mais de 15 anos, com radiofreqüência são procedimentos realizados já há uma década.