HO Redentora

Dia Nacional de Combate ao Glaucoma - 26 de maio

Dia Nacional de Combate ao Glaucoma - 26 de maio

 

HO – Hospital de Olhos Redentora e Hospital de Base de Rio Preto fazem

eventos gratuitos de prevenção ao glaucoma, doença silenciosa que leva à perda de visão

 

Evento do HO Redentora é AMANHÃ, quinta-feira, dia 22, no Riopreto Shopping; evento é gratuito

 

O HO – Hospital de Olhos Redentora e o Hospital de Base de Rio Preto realizam eventos gratuitos para marcar o Dia  Nacional de Combate ao Glaucoma, doença silenciosa e que, portanto, leva muitos à cegueira ou perda significativa da visão. No Brasil, o glaucoma atinge cerca de 1 milhão de pessoas. O HO Redentora, centro de referência em glaucoma credenciado pelo Ministério da Saúde, promove seu evento nesta quinta-feira, 22 de maio, das 10h às 21 horas, no Riopreto Shopping Center. O Hospital de Base realiza na segunda-feira, 26 de maio, das 9h às 16h, no saguão da emergência do SUS.

 

Em ambos os eventos, oftalmologistas farão exames para medir a pressão dentro do olho e orientar a população sobre a doença.

 

Doença silenciosa e que, portanto, leva muitos à cegueira ou perda significativa da visão, o glaucoma atinge cerca de 1 milhão de brasileiros, mais de duas vezes a população de Rio Preto.

26 de maio é o Dia Nacional de Combate ao Glaucoma, e o HO – Hospital de Olhos Redentora, centro de referência em glaucoma, nomeado pelo Ministério da Saúde, realiza, pelo terceiro ano consecutivo, evento no Riopreto Shopping no qual oftalmologistas estarão orientando a população sobre a prevenção à doença e realizando exame em que se mede a pressão ocular.

O oftalmologista do HO Redentora, José Renato Duarte, especialista em glaucoma e coordenador do evento, alerta que o glaucoma é uma doença silenciosa, ou seja, na maioria das vezes, a pessoa só descobre ser portadora da doença quando os sintomas começam a se manifestar e, portanto, a doença já está num estágio avançado.

 

“Por isso a prevenção é importantíssima. O glaucoma não tem cura, mas tem tratamento, ou seja, quanto mais cedo a pessoa descobrir que tem glaucoma melhor conseguirá viver com a doença, graças ao tratamento conduzido pelo oftalmologista. A recomendação é consultar-se com o oftalmologista uma vez por ano”, afirma José Renato Duarte.

 

A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que de 1% a 2% da população acima de 40 anos é portadora de algum tipo de glaucoma, que representa a segunda causa de cegueira no mundo e a terceira no Brasil. Ou seja, em Rio Preto seriam entre 40.000 e 80.000 pessoas com glaucoma.

 

O QUE É O GLAUCOMA?

 

Caracterizado pela lesão do nervo óptico, tendo como principal fator de risco a pressão do olho, o glaucoma pode causar sérias alterações no campo visual e até cegueira. Detalhe importante: o glaucoma é uma doença silenciosa, ou seja, na maioria das vezes, a pessoa só descobre ser portadora desta doença quando os sintomas começam a se manifestar e, portanto, a doença já está num estágio avançado.

No glaucoma de ângulo aberto, o mais comum, a produção de humor aquoso, o líquido produzido no interior do olho, é maior do que a sua capacidade de drená-lo. Com isso, o volume de líquido presente no olho aumenta, elevando a pressão intraocular. Esse tipo de glaucoma só apresenta sinais percebidos pelo portador depois de uma perda irreversível de40 a50% da estrutura do nervo óptico, pois começa a sentir a diminuição do campo de visão.

Já no glaucoma agudo, a dor nos olhos é intensa, ocorre embaçamento visual, há visualização de halos coloridos em volta das luzes, vermelhidão ocular, dor de cabeça, náuseas e vômito.

 

HO Redentora é centro de referência em glaucoma

 

O HO Redentora é centro de referência em glaucoma, nomeado pelo Ministério da Saúde, o que o possibilita agilizar o atendimento à população, inclusive com a redução significativa do tempo em que o paciente recebe a consulta, acompanhamento com exames e medicação. O tempo é importantíssimo quando se trata de uma doença, como o glaucoma, que vai comprometendo a visão e pode levar à cegueira.

Como centro de referência, o HO Redentora pode, por exemplo, fornecer ao paciente o medicamento no mesmo dia. Antes da criação dos centros de referência do glaucoma, esses pacientes tinham que sair do hospital ou instituição médica onde foi examinado e ir ao Ambulatório Médico de Especialidades (AME) e solicitar o medicamento, cuja entrega poderia demorar ás vezes até 30 dias.

“A rapidez no atendimento e certeza de acesso ao medicamento são fundamentais e influem no resultado final do tratamento. Ter acesso ao medicamento no mesmo dia da consulta”, afirma José Renato Duarte, glaucomatólogo do HO Redentora. O acesso é gratuito aos medicamentos, inclusive, colírios que podem custar de 80 a120 reais e são de uso contínuo.

Além da rapidez no atendimento, os centros de referência em glaucoma como o HO Redentora atendem os pacientes periodicamente e realizam procedimentos cirúrgicos, com horas e dias marcados, longe de filas de esperas.

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