Hospital de Base

Dia Mundial da Sepse - 13 de setembro

Dia Mundial da Sepse - 13 de setembro

Nesta sexta-feira, 11 de setembro, Hospital de Base distribui panfletos no calçadão e na sua emergência para alertar população sobre a sepse

São 15 milhões de novos casos por ano no mundo, 670 mil no Brasil desta síndrome, que pode matar

Embora sejam registrados de 15 a 17 milhões de novos casos todo ano no mundo, sendo 670 mil só no Brasil, a sepse é pouco conhecida pela população.
Esta síndrome mata mais do que o câncer e o infarto agudo do miocárdio. Para marcar o Dia Mundial da Sepse (domingo - 13 de setembro), o Hospital de Base de Rio Preto realizará uma "blitz" com a distribuição de panfletos informativos para a população, nesta sexta-feira, dia 11, das 10h às 12h, no calçadão. Profissionais do hospital também abordarão as pessoas para falar sobre a seps e esclarecer dúvidas.

Além disso, em parceria com o Instituto Latino Americano de Sepse (ILAS), durante toda a semana, profissionais da saúde do HB participarão de eventos alusivos à data para conscientização nos setores da instituição, com banners, panfletos e palestras. "Desde outubro de 2012, quando a instituição aderiu à Campanha Nacional do Ministério da Saúde "Controlando a Infecção. Sobrevivendo à Sepse", reduzimos a nossa taxa de mortalidade em 10%, números muito significativos. Hoje, o Hospital apresenta taxa de 49%, enquanto outros hospitais públicos do Brasil 58%", explicou a enfermeira Márcia Lopes, supervisora da Central de Cadastros do HB.

SAIBA O QUE É A SEPSE

A sepse é uma inflamação generalizada do organismo contra uma infecção que pode estar localizada em qualquer órgão. A síndrome pode levar à parada de funcionamento de um ou mais órgãos ou até à morte, quando não diagnosticada e tratada rapidamente.

Ainda segundo o ILAS, na última década, a taxa de incidência da doença aumentou entre 8% e 13% em relação à década passada, sendo responsável por mais óbitos do que alguns tipos de câncer, como o de mama e o de intestino.
Muitas são as razões desse crescimento, como o envelhecimento populacional, o aumento das intervenções de alto risco e o desenvolvimento de agentes infecciosos mais virulentos e resistentes a antibióticos.

"Em países em desenvolvimento, como o Brasil, um dos principais problemas para o controle da sepse é o atraso no diagnóstico, motivado não apenas pelo desconhecimento da doença pelos pacientes e familiares, mas pela própria equipe de saúde. O reconhecimento precoce é a chave para o tratamento adequado. Todas as instituições devem treinar suas equipes. Isso porque o tratamento adequado nas primeiras seis horas tem clara implicação no prognóstico", comentou a presidente da Amib (Associação de Médicos Intensivistas Brasileiros) e médica do HB, Dra. Suzana Lobo.

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